Mesmo assim, ainda terá de devolver aos cofres municipais a importância de R$ 58.553,38 por saldo bancário não comprovado ao final do exercício, despesas não confirmadas com doações a pessoas carentes e gastos irregulares com recursos do Fundef. Aplicações insuficientes em ações de saúde e educação também levaram o TCE a manter a reprovação de suas contas, conforme entendimento do relator Umberto Porto.

O não recolhimento de contribuições previdenciárias ocasionou a desaprovação, ainda, das contas de 2006 apresentadas à Corte pelas Câmaras Municipais de Riacho dos Cavalos e Mari.

Tiveram as contas de 2006 aprovadas a Câmara de Pedro Régis e os prefeitos de Cuitegi (Ednaldo Paulo Lino) e Areial (Adelson Gonçalves Benjamim), neste último caso, por maioria de votos. Houve aprovação, também, às contas da Fundação Ernani Sátyro (exercício de 2006) e do Instituto de Metrologia e Qualidade Industrial da Paraíba (2007). As da Loteria do Estado (2006) tiveram a análise adiada.